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Raio-X para Fisioterapeutas
Tuberculose
O que é?
Doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas, também pode ocorrer em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).
Qual a causa?
Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK). Outras espécies de micobactérias também podem causar a tuberculose. São elas: Mycobacterium bovis, africanum e microti.
Quais os sintomas?
Alguns pacientes não exibem nenhum indício da doença, outros apresentam sintomas aparentemente simples que são ignorados durante alguns anos (ou meses). Contudo, na maioria dos infectados, os sinais e sintomas mais freqüentemente descritos são tosse seca contínua no início, depois com presença de secreção por mais de quatro semanas, transformando-se, na maioria das vezes, em uma tosse com pus ou sangue; cansaço excessivo; febre baixa geralmente à tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza; e prostração. Os casos graves apresentam dificuldade na respiração; eliminação de grande quantidade de sangue, colapso do pulmão e acumulo de pus na pleura (membrana que reveste o pulmão) - se houver comprometimento dessa membrana, pode ocorrer dor torácica.
Como se transmite
A transmissão é direta, de pessoa a pessoa, portanto, a aglomeração de pessoas é o principal fator de transmissão. O doente expele, ao falar, espirrar ou tossir, pequenas gotas de saliva que contêm o agente infeccioso e podem ser aspiradas por outro indivíduo contaminando-o. Má alimentação, falta de higiene, tabagismo, alcoolismo ou qualquer outro fator que gere baixa resistência orgânica, também favorece o estabelecimento da doença.
Como tratar?
O tratamento à base de antibióticos é 100% eficaz, no entanto, não pode haver abandono. A cura leva seis meses, mas muitas vezes o paciente não recebe o devido esclarecimento e acaba desistindo antes do tempo. Para evitar o abandono do tratamento é importante que o paciente seja acompanhado por equipes com médicos, enfermeiros, assistentes sociais e visitadores devidamente preparados.
Como se prevenir?
Para prevenir a doença é necessário imunizar as crianças com a vacina BCG. Crianças soropositivas ou recém-nascidas que apresentam sinais ou sintomas de Aids não devem receber a vacina. A prevenção inclui evitar aglomerações, especialmente em ambientes fechados, e não utilizar objetos de pessoas contaminadas.

IMPORTANTE
Somente um médico pode diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis possuem apenas caráter educativo.
Fonte:
- Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Glossário de doenças: tópicos de A a Z.
- Ministério da Saúde. Fundação Oswaldo Cruz. Glossário de doenças.
Software simulador de Ventilador Mecânico (INTERPLUS).

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E mais...
Doenças Relacionadas ao Trabalho: Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde

Dica de Blog e Livro
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Reflexos no Recém-nascido - Videos of Clinical Pediatrics

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Dúvidas sobre gravidez?

Uma nova cartilha educativa mostra às gestantes como proceder em momentos decisivos da gravidez e aborda questionamentos constantes das mulheres em relação ao pré-natal e ao pós-parto.
Resultado de uma pesquisa desenvolvida na Escola de Enfermagem da USP, pela enfermeira obstetra Luciana Magnoni Reberte, o material foi elaborado com base em dúvidas e sugestões de gestantes e profissionais da saúde, e foi vencedor da oitava edição do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS, promovido pelo Ministério da Saúde.
Livro: Gota

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Sociedade Brasileira de Reumatologia
www.reumatologia.com.br
Livro: Coluna Vertebral

Livro: Artrite Reumatóide
Manual para Utilização da Caderneta de Saúde da Criança
O Cartão da Criança foi revisado e transformado na Caderneta de Saúde da Criança com o objetivo de promover a vigilância à saúde integral da criança.Manual de Vigilância do Desenvolvimento Infantil

Dica de Livro
Na capa, Patrícia Galvão,a Pagu (1910-1962), Notícias sobre violência doméstica e sexual contra mulheres e adolescentes são recorrentes e, na maior parte delas, profissionais de saúde são ouvidos sobre os casos. Para prepará-los a comentar este tema delicado, o Ministério da Saúde reimprimiu o livro Comunicação e Mídia — Para profissionais de saúde que atuam nos serviços de atenção para mulheres e adolescentes em situação de violência doméstica e sexual. Elaborado em 2007 pelo Instituto Patrícia Galvão, organização sem fins lucrativos dedicada à comunicação e aos direitos das mulheres, esta espécie de manual está disponível na internet.
A publicação parte da constatação de que a mídia é importante para esclarecer a sociedade a respeito da violência doméstica e sexual e orienta o profissional a aproveitar as conversas com jornalistas para destacar as implicações da violação dos direitos de mulheres e adolescentes e divulgar o serviço prestado pelo SUS — as orientações básicas, entretanto, são úteis para todos os profissionais do SUS, do trabalhador ao porta-voz dos serviços.
Antes da entrevista, ensina o livro, é importante refletir: “O que tenho a informar? Como transmitir ao público as normas técnicas do SUS de forma simples e clara? Como comunicar para a população do meu estado sobre quais são os procedimentos e cuidados da equipe? Como explicar que o serviço existe para prestar um atendimento humanizado a mulheres que sofreram violência, dando a elas acesso a um direito fundamental, que é o direito à saúde, física e mental?”
Para responder às perguntas, use frases curtas, em ordem direta, linguagem simples, clareza e objetividade. Termos técnicos como “transmissão vertical” e “imunoprofilaxia” devem ser evitados, assim como gírias ou cacoetes de linguagem: “Coisas do tipo”, “eu enquanto profissional de saúde”, “tipo assim”, “a nível de”, “né?”, “tá entendendo?”. A expressão “pílula do dia seguinte” também é desaconselhada, pois pode levar o público a pensar que deve ser usada apenas no dia seguinte, e não imediatamente após estupro ou relação desprotegida.
Quando se é convidado a falar na TV, a orientação é vestir uma roupa discreta, sem enfeites ou brilhos, para não desviar a atenção do telespectador. Outra dica: não se preocupar com câmera, microfone ou equipe, e sim em passar informações corretas para o público. Para o bom entendimento, deve-se falar pausadamente e de forma didática.
No rádio, a preocupação com a objetividade e a simplicidade deve ser ainda maior. A linguagem pode ser mais coloquial, com exemplos do dia-a-dia e citação de depoimentos ouvidos nos serviços, para dar “colorido à fala”. Nesse caso, é possível ter em mãos anotações e documentos para consulta.
O livro recomenda: nunca dê informações “em off” (confidenciais). “Depois que o estrago está feito há pouca coisa a fazer além de administrar as consequências”. E orienta: após a entrevista, se o veículo publicar coisa diferente do que você disse, peça correção. Uma ressalva: o profissional entrevistado é um porta-voz do SUS e, “por mais que você vá falar a partir de sua experiência e de seu conhecimento, para o público você representa o serviço”. (B.D.)
Revista RADIS
Ler a edição Nº 85 – Setembro de 2009Ler PDF 4.477 kb Salvar PDF 4.157 kb
Animações 3D da 3B Scientific

Retire a membrana do tímpano e volte a colocá-la no lugar. Essa animação representa estruturas anatômicas, como por exemplo, o tubo auditivo externo, cóclea ou nervo auditivo ou do equilíbrio (labirinto). Observe o ouvido interno, médio e externo desde todos os ângulos.
Cérebro humano - Download

Observe os lobos frontal, parietal, temporal e occipital. Faça o zoom e penetre no cerebelo, para examinar todos os seus detalhes e ver as minúcias do tronco cerebral. Modelo natural digitalizado de um cérebro humano.
Torso - Download

Faça o zoom do torso e gire-o, para ir descobrindo todos os seus detalhes. Desmonte o modelo e veja de perto a disposição dos órgãos e partes internas. Conheça de perto o cérebro, pâncreas, estômago, pulmões, coração e muito mais.
Ombro - Download
Explore as estruturas anatômicas do ombro, ossos, músculos
Crânio - Download


Lehninger: Princípios de Bioquímica - pdf (português)
Prática fisioterapêutica baseada em evidências
Carlos Lucena



