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Doenças Relacionadas ao Trabalho: Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde

Este manual caracteriza a relação entre as doenças e as ocupações, orientando os profissionais de saúde quanto à assistência ao trabalhador, à vigilância e à prevenção das doenças relacionadas ao trabalho.

Donwload

Cientistas japoneses descobrem como talidomida provoca malformação em fetos


Hoje, remédio é empregado em até 60 tipos de tratamento.Droga voltou ao mercado nos anos 70 sob rigorosa legislação

Cientistas japoneses desvendaram como a talidomida interfere no desenvolvimento de fetos e provoca malformação. A descoberta abre as portas para o desenvolvimento de alternativas seguras ao remédio que mantenham eficácia terapêutica, mas sem efeitos adversos.

A droga foi proibida na década de 60 depois de milhares de crianças nascerem com atrofia dos membros ou problemas cardíacos. Voltou ao mercado na década seguinte - sob rigorosa legislação -, pois constitui uma boa alternativa para tratamento de doenças como hanseníase, lúpus, câncer na medula óssea e artrite reumatoide.

As informações são do repórter Alexandre Gonçalves, do jornal "O Estado de S. Paulo".

Hoje, a talidomida chega a ser indicada para até 60 tipos de tratamentos, que incluem alívio dos sintomas de portadores do HIV e diminuição do risco de rejeição em transplantes de medula. Contudo, o acesso é restrito a pacientes cadastrados nos programas públicos de saúde.

O estudo mostrou como a talidomida liga-se a uma enzima chamada cereblon, muito importante nos dois primeiros meses do feto para o desenvolvimento dos membros. A ligação torna inativa a enzima, o que provoca a malformação.

"Agora queremos identificar os mecanismos químicos da talidomida responsáveis pelos efeitos anticâncer", afirma o coordenador da pesquisa, Hiroshi Handa, do Instituto de Tecnologia de Tóquio. Dessa forma, os cientistas esperam criar derivados da talidomida que não reajam com a enzima cereblon, mas sejam eficazes no tratamento das doenças.

Dúvidas sobre gravidez?


Uma nova cartilha educativa mostra às gestantes como proceder em momentos decisivos da gravidez e aborda questionamentos constantes das mulheres em relação ao pré-natal e ao pós-parto.

Resultado de uma pesquisa desenvolvida na Escola de Enfermagem da USP, pela enfermeira obstetra Luciana Magnoni Reberte, o material foi elaborado com base em dúvidas e sugestões de gestantes e profissionais da saúde, e foi vencedor da oitava edição do Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS, promovido pelo Ministério da Saúde.




Manual para Utilização da Caderneta de Saúde da Criança

O Cartão da Criança foi revisado e transformado na Caderneta de Saúde da Criança com o objetivo de promover a vigilância à saúde integral da criança.

A nova Caderneta será adotada por todas as crianças brasileiras nascidas a partir de 2005 e conta com as informações básicas comuns para os países do Mercosul.

A partir de agora, a Caderneta será entregue aos pais da criança ainda na maternidade e seu preenchimento começa no hospital. No entanto, se algum profssional identifcar recém-nascidos nos serviços básicos de saúde sem esse documento, deve providenciar sua obtenção.

O Manual para a Utilização da Caderneta de Saúde da Criança tem como alvo os profissionais de saúde. Além de orientar para o correto preenchimento dos dados, lembra que a Caderneta é um direito da criança e não deve ser negado. Assim, estamos trabalhando para proporcionar um início de vida mais digno e de melhor qualidade a todos os brasileiros.


Manual de Vigilância do Desenvolvimento Infantil



O Manual de Vigilância do Desenvolvimento Infantil foi desenvolvido inicialmente para suprir a necessidade de capacitação dos profissionais que atuavam na atenção primária da Secretaria Municipal de Saúde de Belém-PA em desenvolvimento infantil.

No período comprendido entre os anos 2000 a 2004 foram capacitados 240 médicos e enfermeiros que atuam nas Unidades Básicas de Saúde e no Programa de Saúde da Família. Tal fato proporcionou o encaminhamento de crianças com alterações no desenvolvimento, das quais 1.200 estão em tratamento especializado.


Foram montados dois novos serviços com equipes multiprofissionais no município para atender esta demanda, contribuindo assim para a melhoria da qualidade de vida destas crianças.

Esta experiência, bem como o Manual de Vigilânciado Desenvolvimento Infantil, em sua versão emespanhol fá foram apresentados a profissionais de vários outros paises, que se beneficiaram da iniciativa do Pará, na medida em que está sendo incorporada na atencão à saúde da criança nestes países.

Dica de Livro

Retirado da Revista RADIS de outubro:
Vai dar entrevista? Eis algumas dicas
Na capa, Patrícia Galvão,a Pagu (1910-1962),
militante política e crítica pioneira da mídia


Notícias sobre violência doméstica e sexual contra mulheres e adolescentes são recorrentes e, na maior parte delas, profissionais de saúde são ouvidos sobre os casos. Para prepará-los a comentar este tema delicado, o Ministério da Saúde reimprimiu o livro Comunicação e Mídia — Para profissionais de saúde que atuam nos serviços de atenção para mulheres e adolescentes em situação de violência doméstica e sexual. Elaborado em 2007 pelo Instituto Patrícia Galvão, organização sem fins lucrativos dedicada à comunicação e aos direitos das mulheres, esta espécie de manual está disponível na internet.

A publicação parte da constatação de que a mídia é importante para esclarecer a sociedade a respeito da violência doméstica e sexual e orienta o profissional a aproveitar as conversas com jornalistas para destacar as implicações da violação dos direitos de mulheres e adolescentes e divulgar o serviço prestado pelo SUS — as orientações básicas, entretanto, são úteis para todos os profissionais do SUS, do trabalhador ao porta-voz dos serviços.

Antes da entrevista, ensina o livro, é importante refletir: “O que tenho a informar? Como transmitir ao público as normas técnicas do SUS de forma simples e clara? Como comunicar para a população do meu estado sobre quais são os procedimentos e cuidados da equipe? Como explicar que o serviço existe para prestar um atendimento humanizado a mulheres que sofreram violência, dando a elas acesso a um direito fundamental, que é o direito à saúde, física e mental?”

Para responder às perguntas, use frases curtas, em ordem direta, linguagem simples, clareza e objetividade. Termos técnicos como “transmissão vertical” e “imunoprofilaxia” devem ser evitados, assim como gírias ou cacoetes de linguagem: “Coisas do tipo”, “eu enquanto profissional de saúde”, “tipo assim”, “a nível de”, “né?”, “tá entendendo?”. A expressão “pílula do dia seguinte” também é desaconselhada, pois pode levar o público a pensar que deve ser usada apenas no dia seguinte, e não imediatamente após estupro ou relação desprotegida.

Quando se é convidado a falar na TV, a orientação é vestir uma roupa discreta, sem enfeites ou brilhos, para não desviar a atenção do telespectador. Outra dica: não se preocupar com câmera, microfone ou equipe, e sim em passar informações corretas para o público. Para o bom entendimento, deve-se falar pausadamente e de forma didática.

No rádio, a preocupação com a objetividade e a simplicidade deve ser ainda maior. A linguagem pode ser mais coloquial, com exemplos do dia-a-dia e citação de depoimentos ouvidos nos serviços, para dar “colorido à fala”. Nesse caso, é possível ter em mãos anotações e documentos para consulta.

O livro recomenda: nunca dê informações “em off” (confidenciais). “Depois que o estrago está feito há pouca coisa a fazer além de administrar as consequências”. E orienta: após a entrevista, se o veículo publicar coisa diferente do que você disse, peça correção. Uma ressalva: o profissional entrevistado é um porta-voz do SUS e, “por mais que você vá falar a partir de sua experiência e de seu conhecimento, para o público você representa o serviço”. (B.D.)

Retirado da Revista RADIS de Outubro

Programa do SUS oferece bolsas de estudo

Agência Brasil - 20/09/2009

Os alunos de graduação, professores e profissionais da Estratégia Saúde da Família (ESF) interessados em realizar pesquisas poderão receber bolsas de estudo do Sistema Único de Saúde (SUS). As inscrições estão abertas até o dia 15 de janeiro de 2010.

A proposta do Programa de Educação pelo Trabalho (PET-Saúde) é contribuir para a qualificação dos profissionais da saúde e incentivar os estudantes na iniciação do trabalho de pesquisas a partir das necessidades dos serviços de saúde.

A seleção dos projetos inscritos ocorre em três modalidades: tutoria (professor), preceptoria (profissional da ESF) e monitoria (estudante de graduação). Em 2008, 5.814 bolsistas foram atendidos em todas as categorias.

De acordo com o edital, os selecionados irão receber bolsas tendo como referência os valores pagos pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Atualmente, o valor para as bolsas dos tutores e perceptores é de R$ 1.045,89. Já a bolsa de incentivo para os estudantes é de R$ 300.

As instituições de educação superior públicas ou privadas sem fins lucrativos, em parceria com secretarias municipais de Saúde podem se inscrever. As propostas devem contemplar os cursos de graduação da área da saúde.

Os projetos serão desenvolvidos durante os anos de 2010 e 2011. O resultado da seleção tem divulgação prevista para fevereiro de 2010

Revista RADIS

Ler a edição Nº 85 – Setembro de 2009
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A revista Radis é especializada em saúde, publicada pela Fundação Oswaldo Cruz, segue link para assinar gratuitamente.

Gripe suína é tema de palestra

A gripe suína será tema de palestra a ser dada nesta quinta-feira, às 15 horas, no auditório do Sest-Senat, em Fortaleza. O convidado é o médico infectologista Lauro Perdigão Neto, do Hospital São José.

Ele abordará vários aspectos da doença e esclarecerá formas de contágio.
A palestra é aberta ao público.


Sest-Senat - Rua Dona Leopoldina, 1050 - Centro.

Esclerose Múltipla


Um guia completo acerca do estado atual do conhecimento da EM.
Para fazer o download da apostila explicativa do que é a EM, clique aqui : Conhecer Melhor a EM

Clique no Título ou na imagem para baixar...

Ministério lança ação para fidelizar doadores de sangue

O Ministério da Saúde iniciou no dia 20 de julho uma Campanha Nacional de Doação de Sangue. A intenção é não apenas sensibilizar os possíveis doadores, com idades entre 18 e 65 anos, mas fazer com que eles sejam mais freqüentes nos hemocentros de todo país. O sangue e seus derivados são fundamentais para o funcionamento de qualquer sistema de saúde no mundo. No caso do SUS, não é diferente. Todos os dias milhares de procedimentos são realizados e, em muitos deles, o sangue é fundamental, assim como tê-lo um estoque.

A campanha baseia-se na valorização do doador, mostrando que o gesto de doar sangue é motivo de orgulho e pode salvar até quatro vidas. Aproveitando a predisposição natural que os brasileiros têm para ajudar os outros, o mote escolhido é “Ajudar está no sangue”. Serão veiculados filmes na TV aberta e nos cinemas e haverá também spots em 27 rádios das capitais e em praças do interior.

No Brasil, faltam doadores. Nos últimos anos, as doações vêm caindo, enquanto a demanda não pára de aumentar. De acordo com dados da Coordenação-Geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, em 2006, foram registrados 3.337.823 doadores e, em 2007, esse número caiu para 3.307.346. “É preciso que ocorra uma mudança de comportamento da população em relação à doação voluntária de sangue. A importância deste ato precisa ser incorporada como um valor social e um compromisso com a coletividade”, afirma o coordenador-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde, Guilherme Genovez.

PERFIL

A Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza que a média da população doadora de sangue deve estar entre 3% e 5% em relação à população total do país. Países como Canadá e Inglaterra já atingiram mais de 5%. Entre todos que doaram sangue nos últimos cinco anos (média de 1,8% da população brasileira), 40% o fizeram, pelo menos, duas vezes ao ano – o que é considerado por especialistas um índice baixo. Os homens são responsáveis por mais de 70% das doações e a faixa etária mais atuante, 50%, é de jovens entre 18 e 29 anos. As principais causas de o brasileiro não ser doador freqüente é a falta de informação sobre a importância e a necessidade de se doar, a falta de motivação, alguns mitos que envolvem o processo e a ausência de cultura de uma doação regular.

Desfazendo mitos

Doar sangue não dói, é fácil, rápido, não afeta a sua saúde e várias vidas são salvas.- A quantidade de sangue retirada não afeta a saúde, pois a recuperação ocorre imediatamente após a doação. Uma pessoa adulta tem, em média, 5 litros de sangue em seu organismo. Durante a doação, são coletados no máximo 450ml de sangue.

Condições básicas para doar sangue


Sentir-se bem, com saúde.- Apresentar documento com foto, válido em todo território nacional. - Ter entre 18 e 65 anos de idade. - Pesar acima de 50kg.

Onde doar sangue

Cada capital brasileira tem um hemocentro que é responsável por coordenar todas as atividades e serviços hemoterápicos de seu estado. A doação de sangue pode ser feita em um hemocentro ou em uma unidade de coleta mais próxima.


Recomendações para a doação

Nunca doar sangue em jejum.- Fazer um repouso mínimo de 6 horas na noite anterior à doação.- Não ingerir bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores.- Evitar fumar por pelo menos 2 horas antes da doação.- Evitar alimentos gordurosos.

Quem não pode doar

Quem teve diagnóstico de hepatite após os 10 anos de idade.- Mulheres grávidas ou amamentando.- Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas.- Usuários de drogas.- Aqueles que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.

O que acontece depois da doação?

O doador recebe um lanche, instruções referentes ao seu bem-estar e pode, posteriormente, conhecer os resultados dos exames que serão feitos em seu sangue. Estes testes detectam doenças como AIDS, Sífilis, Doença de Chagas, HTLV I/II, Hepatites B e C, além de outro exame para saber o tipo sanguíneo. Se for necessário confirmar algum desses testes, o doador será convocado para coletar uma nova amostra e, se necessário, encaminhado a um serviço de saúde. É importante lembrar que os exames visam principalmente à qualidade do sangue e não incentivar os exames como um benefício para o doador.

O que acontece com o sangue doado?

Todo sangue doado é separado em diferentes componentes (como hemácias, plaquetas e plasma) e assim poderá beneficiar mais de um paciente com apenas uma unidade coletada. Os componentes são distribuídos para os hospitais da cidade para atender aos casos de emergência e aos pacientes internados.

Fonte: Ministério da saúde
Atendimento ao Cidadão 0800 61 1997 e (61) 3315 2425

Cartilha aos usuários do SUS


Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde

Foi lançada no dia 30 de março de 2006 a Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde. Elaborada pelo Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Saúde e Comissão Intergestora Tripartite, ela se baseia nos seis princípios básicos de cidadania. Com ela, o cidadão poderá conhecer quais são os seus direitos como usuário do sistema de saúde e contribuir para a melhoria da qualidade do atendimento à saúde dos brasileiros.

Baixe a Cartilha e veja os princípios

APOSTILA DE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS) PARA CONCURSOS PÚBLICOS

Apostila LEGISLACAO DO SUS - pdf LINK ATUALIZADO 14/11/11

Este material é excelente para quem vai prestar concursos na área de saúde. É uma tendência nacional que se cobre matérias de direito relacionadas com as funções que o aprovado irá exercer. Além dos comentários sobre as leis, também contem exercícios com gabarito!

Caravana Nacional em Defesa do SUS

Os resultados de 20 anos do Sistema Único de Saúde (SUS) na melhoria da qualidade de vida de toda a população brasileira são inúmeros. Aparecem em indicadores importantes, como o da redução da mortalidade infantil. Para discutir os avanços e desafios do maior sistema de saúde do mundo e o SUS como patrimônio da humanidade, no dia 25 de março, o Conselho Nacional de Saúde (CNS), a Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, o Conselho Estadual de Saúde do Ceará (Cesau), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e a Secretaria da Saúde do Estado do Ceará promovem, em Fortaleza, a Caravana Nacional em Defesa do SUS. O Conselho de Secretários e Secretarias Municipais de Saúde (Cossems) e a Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza também estão integrados na realização da caravana, que acontece na Escola de Saúde Pública do Ceará, Avenida Antônio Justa, 3161, Meireles.

Com a previsão de mobilizar pelo menos duas mil pessoas, a programação da Caravana Nacional em Defesa do SUS tem três momentos distintos. Dois acontecem simultaneamente das 9 às 17 horas. Enquanto os painéis aprofundam o debate sobre as conquistas e desafios do sistema, no auditório Ciro Gomes da ESP-CE, nesse mesmo horário, em 12 tendas montadas no quarteirão em frente a Escola, a população verá ações do SUS na vigilância em saúde, atenção básica, promoção da saúde, DST/Aids, dengue, doação de órgãos e tecidos, saúde a população também terá acesso a preservativos e a serviços de verificação de Pressão Arterial, vacinação contra rubéola e hepatite e poderá fazer doação de sangue e medula. Ainda no corredor das tendas, atores de teatro, grupos de dança, repentistas e cordelistas se apresentam, reforçando a educação em saúde contra a dengue, calazar, aids. E não faltará espaço para sugestões e reclamações sobre o SUS, que os usuários poderão fazer na unidade móvel da Ouvidoria Geral do Estado.

O terceiro momento da Caravana começa às 17 horas, em frente a ESP-CE. É um ato público, com apresentações culturais e artísticas e a participação de autoridades da área da saúde, como o Secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Antônio Alves, o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior, que já confirmaram presença. Parlamentares da bancada cearense no Congresso Nacional, na Assembléia Legislativa do Estado do Ceará e da Câmara Municipal de Fortaleza foram convidados. “Estamos comprometidos em envolver na caravana o maior número de municípios, conselheiros de saúde, gestores e profissionais para ampliar a capacidade resolutiva do SUS e assim fortalecer a saúde pública”, afirma o presidente do Conselho Estadual de Saúde, Alci Pinheiro. Para o Secretário da Saúde do Estado, João Ananias, “apesar das dificuldades de financiamento, o SUS está mais próximo do sucesso em apenas duas décadas de existência do que do fracasso. Temos condições de avançar ainda mais a partir do controle social mais forte e da regulamentação da Emenda Constitucional 29”.


PROGRAMAÇÃO DOS PAINÉIS, AUDITÓRIO CIRO GOMES NA ESP-CE
  • 9h. Abertura - Ato político de lançamento da Caravana Nacional em Defesa do SUS
  • 10h. Painel: Avanços e desafios do SUS e 1ª Conferência Mundial de Desenvolvimento dos Sistemas Universais de Saúde e Seguridade Social.
  • 12h. Almoço
  • 14h. Avanços e desafios do SUS no Ceará
  • 16h. Painel: SUS como Patrimônio da Humanidade.
  • 17h. ATO POLÍTICO EM DEFESA DO SUS

Mortes por Calazar

Três mortes por calazar são registradas no Ceará
As notificações foram feitas pelo Hospital São José (HSJ). Outros dois óbitos, pelo menos, foram registrados nos municípios de Morrinhos e Groaíras

Este ano, no Ceará, já foram registradas três mortes por leishmaniose visceral, mais conhecida popularmente por calazar. As notificações foram feitas pelo Hospital São José (HSJ). Outros dois óbitos, pelo menos, foram registrados nos municípios de Morrinhos e Groaíras.

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) não tem registros de óbitos oficialmente, pois o órgão precisa que os dados sejam enviados pelas secretarias municipais de saúde para serem notificados. Mas, segundo dados oficiais do órgão, em 2009 já foram contabilizados 21 casos da doença em todo o Ceará. Destes, 5 foram confirmados, 6 descartados e outros 10 estão sendo investigados.

Ano passado, o calazar fez 510 vítimas e 28 óbitos. Em Fortaleza, foram 10 casos e uma morte, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Em 2008, foram notificados 195 casos da doença, que resultaram em 13 óbitos. O calazar (leishmaniose visceral) é transmitido por meio da picada do mosquito flebótomo, também chamado "mosquito-palha". Quando o inseto pica um animal que já apresenta o calazar, fica infectado e, ao picar um ser humano, transmite a doença.

MPF DIZ QUE VENDA DE BRINQUEDO EM REDES DE FAST FOOD ESTIMULA CRIANÇA A COMER MAL

"O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) recomendou, nesta semana, que as redes de fast food Burger King, Bob's e Mc Donald's suspendam a venda promocional de brinquedos em suas lanchonetes. As empresas tem dez dias para responder a recomendação. O MPF também pediu que a a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se manifeste sobre o tema.

Os grupos Burger King, Bob's e McDonald's vendem brinquedos ou outros objetos infantis colecionáveis mediante a compra das promoções Lanche Bkids, Trikids e McLanche Feliz, respectivamente, que têm como acompanhamento lanche, batata e refrigerante. Ambas promoções têm como público-alvo os consumidores infantis e associam, de modo geral, personagens de desenhos animados ao lanche.

Para o procurador da República Marcio Schusterschitz da Silva Araújo, autor da recomendação, os métodos de venda e promoção das lanchonetes são agressivos e fazem a criança adotar um hábito alimentar que não é saudável e que pode ser mantido pela vida inteira."O brinquedo ou produto adquirido em associação com a comida, mais cedo ou mais tarde, se perderá, mas os hábitos alimentares ou as consequências do consumo de comida, com excesso de gordura ou açúcares, tendem a persistir", afirmou Schusterschitz.

O Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe o uso profissional e calculado da fraqueza ou da ignorância do consumidor infantil, que, de acordo com Schusterschitz, é um público que não completou sua formação crítica e não tem capacidade de distinção e de identificação do intuito lucrativo a apelativo da promoção."

Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS)


Hipertensão arterial é a pressão arterial acima de 140x90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos e confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas.

Esta elevação anormal pode causar lesões em diferentes órgãos do corpo humano, tais como cérebro, coração, rins e olhos. Outro tipo de hipertensão menos comum é chamada de hipertensão arterial secundária e poderá ser controlada através de tratamento médico especifico.

É importante lembrar que elevações ocasionais da pressão podem ocorrer com exercícios físicos, nervosismo, preocupações, drogas, alimentos, fumo, álcool e café.É uma doença que não possui cura, mas pode ser controlada. As ações de enfermagem serão focadas na prevensão desta doença crônica, assim como a conscientização para seu controle.

LEIA AQUI as diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial.

O envelhecimento Ativo

O envelhecimento da população levanta várias questões fundamentais para os formuladores de políticas.

Como podemos ajudar pessoas a permanecerem independentes e ativas à medida que envelhecem?

Como podemos encorajar a promoção da saúde e as políticas de prevenção, especialmente aquelas direcionadas aos mais velhos?


Já que as pessoas estão vivendo por mais tempo, como a qualidade de vida na Terceira Idade pode ser melhorada?

Um grande número de pessoas na Terceira Idade causará a falência de nossos sistemas de saúde e de previdência social?

Como podemos equilibrar o papel da família e o do Estado em termos de assistência àqueles que necessitam de cuidados à medida que envelhecem?

Como podemos reconhecer e apoiar o papel importante que as pessoas mais velhas desempenham no cuidado aos outros?

Este é o tema abordado no material lançado pelo Ministério da Saúde chamado Envelhecimento ativo: uma política de saúde. Este trabalho pretende abordar essas questões e outras preocupações relacionadas ao envelhecimento da população. Clique aqui para acessar o material.

USP: exercício melhora qualidade de vida na menopausa

AE - Agencia Estado

SÃO PAULO - Pesquisa multidisciplinar realizada na Universidade de São Paulo (USP) constatou que a prática regular de atividade física foi mais eficiente para melhorar a qualidade de vida de mulheres na menopausa do que o tratamento com reposição hormonal, combatendo os sintomas típicos do período, como indisposição, fadiga, irritação, insônia, dores no corpo e ondas de calor.

O trabalho, que envolveu as Faculdade de Educação e de Medicina, acompanhou 44 mulheres entre 45 e 58 anos. Parte das mulheres que participaram da pesquisa entrou naturalmente na menopausa e o restante retirou o útero. Durante seis meses, elas tiveram o estado de saúde monitorado pelos pesquisadores e preencheram questionários sobre como estavam se sentindo no período.

Para perceber o impacto dos exercícios, as mulheres foram divididas em quatro grupos - o que fez atividade física e tomou hormônios; o que se manteve sedentário e tomou hormônios; o que fez exercícios e tomou placebo; e, por fim, o que ficou sedentário e tomou placebo.

A atividade física foi uma hora de bicicleta ergométrica três vezes por semana.O que aconteceu foi que somente as que fizeram exercícios tiveram melhora na qualidade de vida, explica Carolina Kimie Moriyama, uma das autoras da pesquisa, que foi publicada no periódico científico Journal of The North American Menopause Society.

Segundo ela, as explicações estão relacionadas à liberação de endorfina, substância que provoca sensação de bem-estar, e ao efeito psicológico da interação com outras mulheres, aumentando assim o apoio social e a autoestima.