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Cronograma Hidrocinesioterapia

08/08 - histórico, principios fisicos e efeitos fisiologicos
22/08 - efeitos fisiológicos, design da piscina
29/08 – MMSS, MMII, coluna
05/09 – PRÁTICA
19/09 – Watsu, Bad Ragaz e Halliwick
26/09 – PRÁTICA
03/10 – revisão prova
10/10 – 1a avaliação
17/10 – neuro, atleta, trauma
24/10 - reumato, pediatria, gineco e obstetricia
31/10 – PRÁTICA
07/11 – revisão prova
14/11 – 2a avaliação
21/11 – entrega de notas e revisão final
28/11 – prova final

VISITA DE AVALIAÇÃO FINAL (FISIOLOGIA DO EXERCICIO)

A visita ocorrera dia 26/06/2009 ás 8:00 h


Local: Empresa CENEGED
Travessa Cariré N° 64 Bairro Farias Brito
Tel: 33926950



Obs: Todos irão se encontrar na Fateci as 8:00 h, ou quem preferir vá direto ao endereço!!



NÃO FALTEM PROVA FINAL!!!

Questões Sistema Imune - FSNO3

1- Cite os tipos de resposta imune, bem como suas principais características.

2- Comente especificamente sobre resposta imune inata e sobre seus principais
componentes.

3- Qual a importância do sistema complemento tanto na resposta imune inata como adaptativa?

4- Comente especificamente sobre resposta imune adaptativa e sobre seus principais componentes.

5- O que é antígeno e o que anticorpo? Quais os tipos de ac ou Ig e suas principais características? Qual a importância dele para o nosso organismo? Descreva suas utilização.

6- Quais são os tipos de resposta imune adaptativa? Quais seus componentes?

7- Explique como ocorre um resposta imune contra um patógeno extracelular. Lembre de interligar as respostas imune inata e adaptativa.

8- Explique como ocorre um resposta imune contra um patógeno intracelular.

Aviso - FSNO3

A prova de Patologia, inicialmente marcada para terça (dia 14) foi remarcada para o dia 17 (sexta-feira)

Lembrete

Provas com datas já marcadas...

Dia 08/04 Fisiologia do Exercício
  • Adaptação Respiratória
  • Adaptação Endócrina
  • Adaptação Muscular

Dia 14/04 Patologia

  • Inflamção Aguda
  • Inflamação Crônica
  • Regeneração

Provas

Atenção
Datas das Provas já marcadas:
  • Dia 09 Discussão dos Grupos de Estudos
  • Dia 11 Prova Fisiologia do Exercício
  • Dia 13 Prova de Patologia
  • Dia 18 Prova de Farmacologia

Ciclo do Ácido Cítrico



Mais importante a notar neste ciclo é que o Acetil-CoA não é um intermediário dele, mas apenas um ponto de entrada. Só são intermediárias aquelas moléculas sintetizadas no próprio ciclo e continuamente regeneradas com o seu andamento.
Na verdade, os carbonos que entram pelo Acetil-CoA não são os mesmos liberados na forma de gás carbônico. São necessárias algumas voltas adicionais para que isto ocorra.

Além da produção de energia (especialmente nas 4 reações com energia conservada nos cofatores reduzidos NADH e FADH2, já que a produção de GTP é de apenas 1 por ciclo), este ciclo tem grande importância evolutiva para os animais que o desenvolveram pelo grande número de intermediários, que são utilizados em diversas outras reações. Os principais desvios são:
-Utilização do citrato na síntese de ácidos graxos e esteróis;
-Desvio do a-cetoglutarato para formação de aminoácidos ou bases nitrogenadas;
-Utilização do succinil-coA na síntese de porfirinas;
-Formação de pirimidinas a partir de oxaloacetato via aspartato e asparagina;
-Neoglicogênese e síntese de aminoácidos a partir do oxaloacetato via piruvato.

Há vantagem ainda porque aumentam as possibilidades de aproveitamento para diversas moléculas, que não precisam sempre ser degradadas totalmente a CO2 ou a compostos de excreção. Muitas terminam sua via com a formação de um intermediário do ciclo, auxiliando ainda no número de ciclos funcionantes (disponibiliza material para o ciclo) e portanto, no aproveitamento de energia. As reações que produzem intermediários do Ciclo do Ácido Cítrico são ditas anapleróticas. São importantes tanto na reposição do ciclo - dado o grande número de desvios citados - como no aumento do número de ciclos funcionantes na alta demanda de energia.

Além disso, quando se tratam de processos metabólicos, interessa ao organismo um grande número de passos para que a liberação de energia se dê gradualmente. Com a oxidação direta de toda a molécula, a energia produzida seria muito grande, causando danos à célula e/ou prejudicando o aproveitamento eficaz da energia liberada.

Cadeia Transportadora de Elétrons

A cadeia transportadora de elétrons, cadeia respiratória ou fosforilação oxidativa é a convergência final de todas as vias de degradação oxidativa. A oxidação dos mais variados combustíveis metabólicos libera elétrons que são entregues pelas desidrogenasesa transportadores específicos, reduzindo-os (de NAD+ e FAD a NADH+ e FADH2). Na CTE estes elétrons serão entregues ao oxigênio.
A energia livre disponibolizada pelo fluxo de elétrons criado é acoplada ao transporte contracorrente de protóns através da membrana interna da mitocôndria (impermeável a estes prótons), conservando parte desta energia como potencial eletroquímico transmembrana.
O fluxo transmembrana dos prótons "de volta", a favor de seu gradiente de concentração através de poros protéicos específicos fornece energia livre para a síntese de ATP.






Transportadores de elétrons:

A transferência pode se dar de três formas: Direta, como átomo de hidrogênio (H+ + 1elétron), ou como íon hidreto - H- (H+ + 2 elétrons).
O NADH+ e o FADH2 transportam os elétrons de diferentes vias até a CTE, onde os doam. Dentro da cadeia, o fluxo se estabelece entre uma série de transportadores que incluem: carreadores de membrana (como as quinonas), citocromos e proteínas ferro-sulfonadas.
-Ubiquinona- singularmente, sua redução pode se dar em duas etapas diferentes:
-Recebe o 1º elétron, sendo reduzida a radical semiquinona - UQH
-2º elétron - Ubiquinol - UQH2


Desta forma, a ubiquinona pode fazer a interação entre doadores de 2 elétrons e receptores de um único.
-Citocromos - são proteínas contendo ferro, portanto um grupo heme, responsável pelas diferentes variações: citocromos a, b e c. Enquanto a e b são proteínas de membrana, o c está "preso" à superfície externa da membrana interna por interações eletrostáticas.
-Proteína Fe-S - são boas doadoras de elétrons, e transferem apenas um.


Complexo I: NADH à Ubiquinona

Equação geral: NADH + H+ + UQ NAD+ + UQH2


A entrega não é direta, passando por FMN (Flavina MonoNucleotídeo), que entrega os elétrons à Fe-S ao qual está associada, e só então estes são entregues à UQ.


Complexo II: Succinato à Ubiquinona


A enzima responsável pela oxidação do succinato (a succinato desidrogenase), é a única do Ciclo do Ácido Cítrico ligada à membrana interna da mitocôndria e é através dela que os elétrons são doados ao FAD, para daí serem entregues à UQ via Fe-S. Este complexo não é responsável pelo bombeamento de nenhum próton para o espaço intermembrana. Assim, os elétrons que chegam à CTE via FADH2 só serão responsáveis pelo bombeamento de prótons a partir do complexo III, daí a síntese de 1ATP a menos pelo FADH2 em comparação ao NADH+.


Complexo III: Ubiquinona ao Citocromo c


A Ubiquinona pode movimentar-se ao longo da bicamada lipídica. Assim, após receber elétrons a partir de qualquer um dos complexos anteriores, caminha até o complexo III, responsável por recebê-los e repassá-los ao citocromo c. A UQH2, entretanto, só doará um elétron por vez ao cit c, o outro será doado a um cit b no complexo, que o devolverá à UQ, estabelecendo um ciclo em que se repetem estas etapas: UQH recebe um elétron do complexo I ou II mais 1H+ da matriz. A UQH2 assim formada libera 1H+ para o espaço intermembrana e um elétron para o cit b. A UQH resultante libera outro H+ e doa um elétron ao cit c. A UQ recebe de volta um elétron do cit b e 1H+ da matriz.


Complexo IV - redução do O2


O citocromo c é livre para movimentar-se na superfície externa da membrana, levando assim os elétrons recebidos do complexo III ao IV. Só o fará, entretanto, quando houver acumulado 4 elétrons. Neste complexo, os elétrons após passarem pelos cit a e a3, serão doados a 4H+ e 1O2 da matriz, sintetizando assim duas moléculas de água.

Ligação Peptídica

Nas proteínas, o grupo carboxilo (C=O) alfa de um aminoácido une-se à amina (NH2) alfa de outro por uma ligação denominada peptídica ou amídica. A ligação peptídica une dois aminoácidos resultando na formação de um dipeptídeo com a perda de uma molécula de água. A cadeia polipeptídica possui um sentido orientado. Como os aminoácidos que constituem a cadeia possuem terminações diferentes, por convenção, a ponta amínica (grupo alfa-amina) é considerada como sendo o início de uma cadeia peptídica, e a ponta carboxílica (grupo alfa-carboxilo) o fim.
As proteínas são sintetizadas como uma sequência de aminoácidos unidos numa estrutura poliamídica linear (polipeptídeo), mas assumem uma configuração tridimensional complexa ao realizarem as suas funções. O conhecimento sobre a estrutura das proteínas deve-se, em grande parte, a Emil Fischer (1852-1919), que verificou que estas são formadas pela condensação de muitas moléculas de a-aminoácidos através das referidas ligações peptídicas.

A ligação entre duas moléculas de aminoácidos gera um dipeptídeo, da mesma forma que três moléculas de aminoácidos formam um tripeptídeo. Assim, é de esperar que as proteínas sejam polipetídeos que resultam da condensação de milhares de moléculas de aminoácidos.

Taxa de mortalidade infantil


Coeficiente de mortalidade infantil

1. Conceituação

Número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado.

2. Interpretação
  • Estima o risco de morte dos nascidos vivos durante o seu primeiro ano de vida.
  • Reflete, de maneira geral, as condições de desenvolvimento socioeconômico e infra-estrutura ambiental, bem como o acesso e a qualidade dos recursos disponíveis para atenção à saúde materna e da população infantil.
  • Expressa um conjunto de causas de morte cuja composição é diferenciada entre os subgrupos de idade
  • Costuma-se classificar o valor da taxa como alto (50 por mil ou mais), médio (20 a 49) e baixo (menos de 20)
  • Parâmetros esses que necessitam revisão periódica, em função de mudanças no perfil epidemiológico.
  • Valores abaixo de 10 por mil são encontrados em vários países, mas deve-se considerar que taxas reduzidas podem estar encobrindo más condições de vida em segmentos sociais específicos.

Saúde Pública

Estudando...


"Em uma comunidade rural nordestina em 1988, a população suscetível ao sarampo pertencente ao grupo etário recomendável para a vacinação anti-sarampo era de 2.000 crianças. No início de 1988 foi instituída uma campanha geral de vacinação contra essa doença que resultou em 1.500 crianças vacinadas na comunidade. Ao curso desse ano constataram-se 240 casos de sarampo, dos quais 160 em não vacinados." Calcule:

a. Cobertura vacinal
b. Coeficiente de Incidência de Sarampo nos Vacinados.
c. Coeficiente de Incidência de Sarampo nos não vacinados
d. Interprete os achados.

A população da região administrativa de Ribeirão Preto, estimada para 1/7/78, foi de 1.635.000 habitantes, sendo 428.000 o número de mulheres entre 15 e 45 anos. Neste mesmo ano, houve 42.805 nascimentos vivos e 630 nascidos mortos. Ocorreram ainda 11.582 óbitos, sendo:
‑ 41 óbitos por doenças ligadas à gestação, parto e puerpério;
‑ 4068 óbitos por doenças cardio‑vasculares;
‑1160 óbitos por doenças infecciosas, das quais 488 por enterites e outras doenças diarreicas;
‑ 6976 óbitos de indivíduos com idade maior ou igual a 50 anos;
‑ 1968 óbitos de menores de 1 ano;
‑ 890 óbitos por sintomas e estados mórbidos mal definidos.

A partir desses dados, calcule:
a) coeficiente geral de mortalidade
b) coeficiente geral de natalidade
c) coeficiente geral de fecundidade
d) coeficiente de mortalidade materna
e) coeficiente de mortalidade infantil
f) coeficiente de natimortalidade
g) coeficiente de mortalidade específico por doenças infecciosas
h) coeficiente de mortalidade específico por enterites
i) coeficiente de mortalidade específico por d. cardio‑vasculares
j) Razão de mortalidade proporcional de Swaroop‑Uemura
l) índice de mortalidade proporcional por doenças cardio‑vasculares
m) índice de mortalidade proporcional por sintomas e estados mórbidos mal definidosn) índice de mortalidade infantil proporcional

Estudando Embriologia

Olá pessoal, achei essas questões sobre embriologia na Net e repasso para vocês, tentem responder sem antes olhar o gabarito, ele está no final da postagem:


QUESTÕES DE EMBRIOLOGIA

1) (CEFET) NÃO é originado do mesmo folheto embrionário:
A) Sistema circulatório
B) Sistema nervoso
C) Músculos
D) Tecido conjuntivo

2) (CEFET) Todos os tecidos e órgãos formados nos vertebrados foram originados do mesoderma, EXCETO:

A) músculos lisos e esqueléticos
B) coração, vasos sanguíneos e sangue
C) cérebro, medula, nervos e gânglios nervosos
D) crânio, coluna vertebral e ossos dos membros

3) (UNI-BH) Quanto a quantidade e a distribuição de vitelo, o ovo dos mamíferos é do tipo:
A) oligolécito
B) megalécito
C) heterolécito
D) centrolécito

4) O anexo que é exclusivo dos mamíferos, exerce a função de trocas gasosas e metabólicas e faz a imunização fetal e hormonal chama-se:
A) âmnio
B) placenta
C) cordão umbilical
D) córion

5) Qual a diferença, no desenvolvimento embrionário, entre animais com ovos oligolécitos e animais com ovos telolécitos?
A) Número de folhetos embrionários
B) Presença ou ausência de celoma
C) Presença ou ausência de notocorda
D) Tipo de segmentação do ovo.

6) A reprodução sexuada determina:
A) a manutenção da condição haplóide
B) a especialização de gametas diplóides
C) a variabilidade produzida pela recombinação gênica
D) a fertilização entre células indiferenciadas

7) Assinale a alternativa ERRADA:
A) a célula-ovo resulta do processo da fecundação
B) a célula-ovo se divide por mitose e forma os blastômeros
C) a gástrula é uma estrutura temporária que evolui para a blástula
D) a cavidade da gástrula é o intestino primitivo ou arquêntero.

8) (CEFET) Para que o trecho abaixo apresente sentido CORRETO, os algarismos I, II, III e IV devem ser substituídos por palavras que se encontram no quadro de alternativas.

“ Na fase de mórula, o ovo do anfioxo é constituído de células menores, denominadas____( I )____ , e células maiores denominadas ( II ) . A seguir, entre essas células surge uma cavidade que aumenta durante as divisões seguintes. Essa cavidade é denominada ( III ) e caracteriza a fase do desenvolvimento chamada ( IV ) . “

Assinale a alternativa CORRETA:
( I ) ( II ) ( III ) ( IV )
A) Espermatócitos Ovogônias Antro Fetal
B) Espermatozóides Blastômeros Arquêntero Gástrula
C) Zigotos Ovócitos Celoma Nêurula
D) Micrômeros Macrômeros Blastocele Blástula

9) A notocorda se forma na:
A) fase de mórula
B) fase de gástrula, a partir do teto do arquêntero
C) fase de blástula
D) fase de gástrula, a partir do mesoderma.

10) Com relação a gêmeos univitelinos, é correto afirmar que:

A) São resultantes da bipartição de um só óvulo, fecundado por um só espermatozóide, resultando
indivíduos do mesmo sexo.
B) São resultantes da bipartição de um só óvulo, fecundado por um só espermatozóide, resultando
indivíduos masculinos e femininos ao mesmo tempo.
C) São resultantes da bipartição de óvulos não fecundados e desenvolvidos partenogeneticamente.
D) São resultantes da fecundação de dois óvulos e dois espermatozóides, podendo resultar
indivíduos de ambos os sexos.

11) (UEMG – 2003) O óvulo de uma galinha, animal de aproximadamente 5 kg, é muito maior do que o óvulo de uma vaca, animal que pode chegar a mais de uma tonelada. A explicação para esse fato é que

A) Os embriões das aves são, proporcionalmente, maiores do que os embriões dos mamíferos.
B) As vacas têm fecundação interna e por isso os óvulos não precisam de proteção.
C) As aves são ovíparas e seus embriões necessitam de uma considerável quantidade de vitelo.
D) O tamanho dos óvulos é aleatório, não tendo relação direta com o tipo de desenvolvimento embrionário.

12) (UEMG – 2003) “ Um homem de 60 anos sofreu um bloqueio no fluxo de sangue para parte do seu coração, levando-o a um ataque cardíaco e a lesão irreversível do tecido. Seus médicos injetam células tronco embrionárias diretamente em seu coração. As células se diferenciam em células musculares cardíacas, substituindo aquelas que foram perdidas, e a função do coração é completamente restaurada.”

Hoje em dia, o fato descrito ainda não é possível, mas as pesquisas com células tronco levam os cientistas a acreditarem que esse será um acontecimento rotineiro num futuro não muito distante.

Com base no texto em destaque e em seus conhecimentos, a regeneração das células cardíacas a partir das chamadas células tronco embrionárias se tornaria possível porque

A) Qualquer célula pode dar origem a outra de outro tipo, através de mitose, em qualquer fase da vida.
B) As células tronco embrionárias são células indiferenciadas, podendo originar qualquer tipo celular.
C) As células cardíacas são células pouco especializadas, podendo ser facilmente substituídas pelas células tronco.
D) As células tronco embrionárias podem substituir qualquer tipo celular porque ainda não possuem organelas celulares, que serão formadas posteriormente.

Medidas de Saúde Coletiva

O professor Caio, disponibilizou uma questão para analisarmos, vamos aproveitar para estudar para a primeira prova de Saúde Pública.


PROVA DA DISCIPLINA DE SAÚDE PÚBLICA

Dia 25/08/2008
  • UNIDADE I - Conceitos básicos e perspectiva histórica da epidemiologia
  • UNIDADE II - Processo saúde e doença.
  • UNIDADE III - Indicadores de saúde - medidas de saúde coletiva.

ROUQUAYROL, M. Z. / ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e saúde. Médica e Científica. 6a ed. 2003, Rio de Janeiro. Capítulos 1,2 e 3.

Atenção!!As questões de prova serão baseadas nas discussões teóricas em sala de aula, nos slides e capítulos do livro.

Agende-se

A professora Carol (Histologia) já marcou a data de todas as provas que ocorrerão nesse semestre, portanto não vamos deixar para estudar na última hora. Confira as datas:

1ª Prova -28 de Agosto
2ª Prova - 02 de Outubro
3ª Prova - 06 de Novembro
4ª prova - 09 de Dezembro
AF - 15 de Dezembro

Nos intervalos entre as provas ocorrerão ainda um seminário, um trabalho e uma prova prática

Resultado de Metodologia


Já está no Grupo da Turma FSNO3 o resultado das avaliações de Metodologia da Pesquisa Ciêntífica, a avaliação final ocorrerá dia 28/06 (sábado).

Metodologia.

O prazo final para quem ainda não entregou o projeto de pesquisa de MPC é dia 23/06 até às 10:00 h, na sala da Coordenação.

As notas de quem já entregou sairá no mesmo dia e horário, juntamente com o resultado final.

A avaliação para quem ficar de AF será no dia 28/06

Roteiro
  • Conhecimento (Tipos de conhecimento)
  • Resumo
  • Fundamentos da Pesquisa Ciêntífica
  • Trabalhos acadêmicos
  • Projeto de pesquisa